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Thursday, 28 January 2016
Friday, 22 January 2016
Wednesday, 23 December 2015
Wednesday, 16 December 2015
Tuesday, 15 December 2015
Thursday, 10 December 2015
Wednesday, 9 December 2015
2016
Este ano decidi que em Março de 2016 vou desimigrar. Sim,
sei que me acham completamente doida porque Portugal está em crise, que estou
num país de oportunidades, que trabalho para o governos, blá, blá, blá isca saquetas.
But guess what? I don’t give a fuck! Aqui não estou/sou feliz. Cansei. Não me
identifico a 100%. Há uma enorme desconecção entre mim e esta terra que me leva
a não atingir o meu melhor e a ser “the best version of myself”. Depois também
tenho saudades da minha Lisboa solarenga, do meu país. Tenho saudades da
Europa, da minha família e de alguns amigos. Vou porque quero. Porque me
apetece. Porque posso. Porque acredito que estes 8 anos fora de Portugal me
abriram os horizontes, me transformaram numa pessoa completamente diferente. E
porque quero fazer a diferença. Usar o que aqui aprendi para levar o barco pra
frente. E acredito que sou capaz. Só tenho que me rodear das pessoas certas: “of
those who believe in what I believe, and the rest will flow”.
Percebi em pouco tempo que 95% dos meus amigos em Portugal não
são aquilo que eu chamo de “pessoas certas” (em termos de empreendorismo e
business development). É um pouco triste, porque adorava conseguir desenvolver
algo com aqueles que me são mais próximos. Mas poucos tem a visão e vontade, a
energia positive e o “make shit happen” modo. São carregados da tal “mentalidadezinha
portuguesa”, do negativism, do nem sequer tantar. Amo-os profundamente, não me
interpretem mal. E passarei tempo com eles, porque é muito mais o que nos une
do que aquilo que nos separa. Mas sei que para o desenvolvimento de um
projecto, não são as pessoas mais indicadas.
Emfim, em 2016 vou de malas aviadas, coração cheio, e cabeça
a fervilhar de ideias. Sei que não vai ser fácil. Sim. Mas sem tentar, nunca
vou saber. E não vou a espera que façam as coisas por mim. I will make it
happen with the right people around me.
Be bold. Challenge the status quo. Be wild. Be free. And
when in doubt – do it!
Tuesday, 8 December 2015
Thursday, 12 November 2015
Monday, 9 November 2015
Mae
Um dia gostava que entendesses que as coisas que muitas vezes dizes sao crueis e merdosas. Nao encontro outra palavra para alem do merdosas.
Hoje em dia ha mais coisas que nos separam daquelas que nos unem. Entristece-me e faz-me querer partilhar cada vez menos coisas contigo. De mim, pouca ou nenhuma razao de queixa tens. Mas continuas-me a tratar como uma miuda pseudo-criminosa. Nao quero mais mudar quem tu es, quero que simplesmente nao te metas naquilo que nao te diz respeito. O pouco dinheiro que conseguir juntar, vou usa-lo para viajar um pouco. Tenho direito. Saiu-me do corpo. Se o estoiro ou nao, e problema unicamente meu. Acho que ja te dei provas suficientes que sou uma pessoa responsavel e bastante ajuizada. Mas nada te chega. Pelo comentario ofensivo e cruel, acho que me deves um pedido de desculpas. Esta nos genes, sei la eu de quem, estroirar o que tem e o que nao tem. Nao esta nos meus... ate agora nunca esteve. Mas nao sabemos o dia de amanha. Continuarei a fazer o melhor que sei e que posso, com as ferramentas que tenho.
Nao me entendes, nunca me entenderas. Nao te peco que o facas, e eu ja fiz as pazes com isso. So te peco que deixes de ser injusta nas tuas palavras. Quando nao tens nada de valor a acrescentar, fica calada. Faz-te melhor e a todos nos tambem. Nao mais me calarei para com as tuas accoes e palavras ocas, bocas fracas e baixo teor. Nao guerra, e luta contra a minha paz.
Eu vou voltar a Portugal, e agradeco que me recebam temporariamente em vossa casa. Mas por amor de Deus, nao se metam na minha vida. Obrigada.
Hoje em dia ha mais coisas que nos separam daquelas que nos unem. Entristece-me e faz-me querer partilhar cada vez menos coisas contigo. De mim, pouca ou nenhuma razao de queixa tens. Mas continuas-me a tratar como uma miuda pseudo-criminosa. Nao quero mais mudar quem tu es, quero que simplesmente nao te metas naquilo que nao te diz respeito. O pouco dinheiro que conseguir juntar, vou usa-lo para viajar um pouco. Tenho direito. Saiu-me do corpo. Se o estoiro ou nao, e problema unicamente meu. Acho que ja te dei provas suficientes que sou uma pessoa responsavel e bastante ajuizada. Mas nada te chega. Pelo comentario ofensivo e cruel, acho que me deves um pedido de desculpas. Esta nos genes, sei la eu de quem, estroirar o que tem e o que nao tem. Nao esta nos meus... ate agora nunca esteve. Mas nao sabemos o dia de amanha. Continuarei a fazer o melhor que sei e que posso, com as ferramentas que tenho.
Nao me entendes, nunca me entenderas. Nao te peco que o facas, e eu ja fiz as pazes com isso. So te peco que deixes de ser injusta nas tuas palavras. Quando nao tens nada de valor a acrescentar, fica calada. Faz-te melhor e a todos nos tambem. Nao mais me calarei para com as tuas accoes e palavras ocas, bocas fracas e baixo teor. Nao guerra, e luta contra a minha paz.
Eu vou voltar a Portugal, e agradeco que me recebam temporariamente em vossa casa. Mas por amor de Deus, nao se metam na minha vida. Obrigada.
Tuesday, 6 October 2015
Monday, 5 October 2015
The Art of Not Giving a Fuck
I have already talked about Mark Mason and his "Subtle Art of Not Giving a Fuck".
And because good things are supposed to be shared, I am sharing it again with you guys and starting a new label #TheArtofNotGivingAfUck.
I wil lbe posting some images, cards and quotes that best illustrates this life motto. Hope you enjoy.
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