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Tuesday, 8 December 2015

Sex a priori and a posterior

A lot needs to be done before jumping in bed with someone. I am a firm believer in this theory, and that was the main reason why it did not happen right when we met. Conversations need to take place. Time is needed to discover who is sitting on the other side of the table. Time. Time is fundamental to savor the journey where we show who and who we are, how we feel, what we fear and desire. Time and patience are crucial friends. But, we didn't have their blessing as geographic location was our biggest enemy.

We had no time to let the seed we planted on each other grow.

#TheArtofNotGivingaFuck V


Just saying! #IDGAF

Touched



When we were together, in London, every time we made Love it felt as if you were massaging my heart. Without knowing, you were able to reach my deepest emotional level – that place where I conserve my essence, my soul.

* Post inspirado numa passagem de "Onde reside o Amor" - MRP.

Monday, 16 November 2015

Never...

I never loved you less, because you didn't love me more. 

Confessions...

From time-to-time, I wear your shirt. The one you gave me as part of my b-day gift. 
I open my pandora box, the one who contains all your memorabilia. It still has you smell. The entire box smells like you. I close my eyes, and my heart melts, with your smell all over me. 



I am done packing to mexico. We were supposed to go together, remember? I think this is why I need to sleep with your shirt tonight. To ease the pain... Hope it helps. 

Rudolfina!



Depois há dias que acordas e te sentes uma verdadeira parente do Rudolfo. 
Não, não é porque o Natal está ao virar da esquina ou porque já nevou nas montanhas. É mesmo porque acordades com uma borbulha horrorosa mesmo na ponta do nariz… Arrre! 

O mundo divide-se entre:



A estilo de “plágio honesto” da rúbrica da Pólo Norte:

O Mundo divide-se entre aqueles que, quando cometem erros têm a humildade de o adminitir e pedir desculpas. Assumir que “meteram a pata na poça, tentar-se redimir e aprender para não fazer voltar a fazer o mesmo. E os outros, que acham que o Mundo gira somente a volta do seu umbigo. Quando são apanhados, continuam a arranjar mil e uma desculpas para não assumir que fizeram merda e que não tiveram culpa nenhuma. A culpa é sempre do outro. 

A certa altura das nossas vidas, já todos fizemos parte do segundo grupo. Mas, felizmente crescemos e passamos, deliberadamente a integrar o primeiro grupo. Triste é, veres adultos de barba rija, com cargos xpto que ainda não fizeram o jump. :/

"Pure Assholery"


Today's tought...



What I wanted from you was a heartfelt apology. But instead, I had to forgive you without any work from you to be able to move on. And, from time to time it still makes me quite sad. It makes me sad that you were not man enough, brave enough to not sticking your head in the sand. That you were not adult enough to deal with the pain and face it, rather “dealing with it our own way”.
And as much as I still love you that is very disappointing. Very!

Friday, 13 November 2015

#primeiroassedio #firstharassamen

Li este posto do Expresso esta manha:



Fala sobre asédio sexual via social media a uma menor, concorrente do Master Chefe no Brasil. Fiquei a conhecer a campanha #primeiroassedio ou em inglês #firstharassament e lembrei-me de partilhar com vocês o meu primeiro assédio. Lembro-me bastante bem. Na altura morava no Poço do Bispo e apanhava todos os dias o autocarro com a minha mãe para ir para a escola primária em Xabregas. Era Carnaval e nesse ano a minha mãe vestiu-me de Margarida, a pata namorada do pato Donald. Tinha umas collants brancas e uma mini-saia de ganga preta e umas pinturas na cara. Não me lembro bem do resto da idumentária. Devia ter uns 7 ou 8 anos. Iamos no 39, naquele lugar mesmo junto a porta da saída do lado esquerdo, quando se sobia as escadas dos antigos autocarros côr-de-laranja. Eu como sempre, gostava de ir no lado da janela. A minha mãe sentada ao meu lado. Não me lembro da cara da pessoa em questão, mas lembro-me de me sentir estranha, um certo nojo e repugno. Um homem que passou grande parte do tempo no autocarro a olhar para mim, quando sai do mesmo bate no vidro e manda-me um olha nojento enquanto lambe os lábios. Uma expressão horrorosa, e eu sem saber bem o que fazer, olhei para ele com ar de nojo e virei a cara. A minha mãe sentiu a minha agitação, eu sem saber muito bem o que se passou disse-lhe que não foi nada. Mas foi sim, foi tudo. Foi a primeira vez que realmente vivi assédio sexual. Mas nunca mais me esqueci de tal cena macrabra e nojenta. Uma criança, um adulto a achar a sua mini-saia atraente. O nojo dos nojos.