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Wednesday, 23 March 2016

Wednesday thoughts with Mr. Watts

Today I was listening to one of #AlanWatts lessons on #youtube and came across this passage (in a slightly different context) that, in my humble opinion, applies to what we are going through today in this world: 
“(…) to you, as members of a world which is running into the most intense difficulty:
A world be set by a complex of problems, anyone of which would be bad enough, but when you add together all the great political, social and ecological problems with which we are faced - they are appalling. 
And one naturally says - the reason why we are in such a mess, isn’t not simply that we have wrong systems for doing things. Weather they be technological, political or religious. But we have the wrong people. The systems may be alright, but they are in the wrong hands because we are all in various ways, self-seeking, lacking in wisdom, lacking in courage, afraid of death, afraid of pain. Unwilling really to cooperate with others. Unwilling to be open to others. And we all think that’s too bad.”

#PrayforBrussels #Weareallsickofthisshit #4peace #letschange

Sunday, 13 March 2016

London Town

Estou em Londres. Dei o salto.
Ja ca estou a uma semana com a minha familia. Fora de Londres... Tem-me custado recuperar do jet-lag.
Hoje fui finalmente ate ao centro de Londre. Apanhei o comboio ate Euston station. Depois dali fui a pe ate Camden Town, depois China Town, Trafalgar Square, Tio (Big) Ben, London Eye... as tantas dou por mim perto da Blackfriars Bridge... that becomes Farringdon Street - a rua dele. Pensei um pouco. E o que tinha eu a perder... Tirei uma foto da porte e enviei-lhe uma mensagem:


Continuei a andar. Atravessei a ponte sem saber bem o que pensar ou o q fazer. Uma serenidade estranha apoderou-se de mim. 
Sei que ha un Starbucks com internet gratis depois da ponte. Sentei-me ca fora a apanar um pouco de sol e a ver o transito fernetico de Londres. 

Dez minutos depois o telemovel vibra. Ele respondeu. Num instante ficou um calor infernal na rua (Nota:estavam 6 graus!. Estava toda a transpirar. Fecho os olhos, respiro fundo e leio as resposta dele e respondo.


Nao sei bem explicar como, num instate o calor passou e baixou em mim uma serenidade incrivel. Uma calma. Uma seguranca.

Ele tinha acabado de chegar ao quartel de Londres, de um treino militar de 3 semanas e estava a caminho de casa. Pergunta-me se quero beber um cafe, ao que respondo: Porque nao? Marca o lugar. Avisa que acabou de chegar do treino, ainda tem a mala e nao tomou banho - as a warning!
Nao ligo. Entro no starbucks, retoco a maquiagem. Respiro fundo. Ponho a morada no google maps e la vou eu.
Ele chega primeio e envia-me uma mensagem. Nao respondo. Continuo a andar. Viro a direita, como me manda o GPS. Continua a andar. Esta um dia solarengo e frio em Londres. O raio da cidade e humida. Sente-se o frio nos ossos. Entretanto esta alguem a andar atras de mim. Depois ao meu lado. Era ele:
- Hey! Gees, you scared me.
Nao me lembro do que ele me disse. Dou-lhe um abraco e pergunto como esta. Estou calma. Nao sinto nada. Tenho os oculos de sol postos. Parece-me mais baixo e sem brilho. Perdeu imenso peso. O sorriso continua o mesmo. Os olhos tambem. O cabelo loiro, loiro. Curtinho como eu gosto.
Falamos de coisas triviais. Da vida. Do que estou a fazer em Londres. Conto-lhe um pouco da mnh aventura. A pastelaria onde iamos estava fechada. Continuamos a andar. Lado-a-lado a procura de um outro sitio para nos sentarmos. Ele esta meio perdido. Nao sabe bem onde ir. Acabamos sentados numa esplanada ca fora. Eu com uma cerveja de chocolate e ele com uma outra qualquer. Ficamos ali sentados a conversa ate o sol se ir embora. Ja acabou o curso. Conseguir subir no trabalho a full-time e no militar tambem. As coisas correm-lhe bem e anda a ver apartamentos para comprar em Londres. No centro (haja dinheiro). Nao falamos nada de nos. Nao vale apena. Tudo o que achava que tinha para lhe dizer perdeu o sentido. O coracao nao bateu forte. As pernas nao tremeram. Uma calma. Uma paz. Como se fossemos 2 amigos/conhecidos de longa data que se encontraram para tomar uma cerveja.
Quando acabamos a cerveja fui com ele comprar comida. Teve 3 semans de treino intenso e a ultima refeicao de jeito comeu na 3f passada.
Deixou-me na estacao no caminho para casa. Ajudou-me a comprar o bilhete e a encaminhar-me para a estacao certa. Dei-lhe um beijo na cara e um abraco. Agradeceu-me por o ter contactado e por nos termos encontrados. Eu disse-lhe: Keep in touch. Ele ainda ficou la a olhar para mim a ir-me embora. Eu nem olhei para tras. Agora enquanto vos escrevo isto da-me um pouco vontade de chorar. E nao sei bem porque. Porque nao deu? Porque (muito provavelmente) ele passou a historia? Nao sei. Nao sei o que ele sentiu quando me viu. Se me achou feia, gorda, magra, estupida, sem graca. La corrigiu a forma como pronuncio Watford. Disse-lhe que nao sou british e que nao falou c boquinha de cereja. O meu ingles e Canadiano. Azar.
Ele sabe que eu nao como grande coisa. Quando estavamos na esplanada perguntou-me se gosto de Kit Kat. Eu disse que sim. Tirou um Kit Kat e uns outros "treats" da mala. Eu fui logo ao chocolate e diz-me: nem olhaste para os outros. Sao bolachas e bolinhos mais saudaveis ao que respondi - you asked if I wanted Kit Kat. I said yes. I know what I want and I go for it. I don't have time or patience for grey. For me it's either black or white. (Acho que percebeu a mensagem).

E pronto. Assim foi o meu dia em Londres. Nao sei muito bem o que pensar mais disto... Vou dormir. Amanha sera outro dia.



Friday, 12 February 2016

Perdida

Ando meia desfasada. Ando meia perdida. Vou-me embora daqui a sensivelmente 3 semanas. Ainda nao comprei o bilhete de aviao. E  nao sei bem porque. Hoje deu-me um pequeno ataque de ansiedade. Senti o coracao no estomago, a bater muito rapidamente e a cabeca meia avoada, parecia que ia desmaiar. Nao sei o que sera. Ansiedade? Medo? Alegria? Nao sei.

A semana passada fui ate Las Vegas uma semana. Trabalhei um pouco no World of Concrete e diverti-me bastante tambem. E uma lugar assim assim. Nao penso la voltar. Este fim-de-semana a ver se aqui venho mostrar-vos algumas fotos.

Ate logo.

Thursday, 17 December 2015

Dos amigos

A medida que o tempo da "desimigracao" se vai aproximando vou vendo e assimilando coisas diferentes.
Por exemplo, hoje tive a certeza que grande maioria das pessoas com quem me dava e as quais chamava "amigos", hoje em dia pouco ou nada temos em comum. Muito poucos no vamos dar e ter coisas para partilhar. A mentalidade, os comportamentos e atitudes perante a vida sao a maior barreira de todas. E, essencialmente como se cada vez mais olhassemos para o Mundo com lentes e filtros completamente diferentes. Onde eu vejo oportunidades e opcoes, 90% dos meus vem entraves. Um grande "gulp".

Mas ao mesmo tempo estou deveras agradecida por ter esta realizacao, este "enlightenment" enquanto ainda aqui estou. Seria muito pior la chegar e sentir esse choque. Ao menos, hoje em dia ja sei para o que vou.

Nao sei se ja vos tinha dito, mas vou com a Kim. Uma amiga portuguesa que vive em Toronto. E cada vez que penso nisto fico ainda mais agradecida, pois vejo que ela tem uma visao muito mais proxima da minha. Uma vontade de fazer, de andar para a frente.

Ha que reuniar forcar para enfrentar a sociedade negativa na qual me vou voltar a meter. Nao digo isto com maldade, juro. E uma simples generalizacao. 

Wednesday, 16 December 2015

Wind

No Canada, a empresa de telecomunicacoes WIND foi comprada pela SHAW.

Quande li isto, pensei logo: E tudo o vento levou - It was gone with the WIND.


Monday, 16 November 2015

Rudolfina!



Depois há dias que acordas e te sentes uma verdadeira parente do Rudolfo. 
Não, não é porque o Natal está ao virar da esquina ou porque já nevou nas montanhas. É mesmo porque acordades com uma borbulha horrorosa mesmo na ponta do nariz… Arrre! 

"Pure Assholery"


Tuesday, 10 November 2015

Era uma vez um governo... (a minha humilde opiniao)!

Este ano votei pela primeira vez num país que não è o meu mas que me acolheu desde 2008 quando saltei do barco “Portugal” antes que ele fosse ao fundo. Venceram os Liberais, o governo de Trudeau. Todos diziam que ele não estava preparado, mas até agora parece-me ser o mais preparado de todos os tempos. Pés acentes na terra, com um grupo governamental equilibrado e com uma grande set de “transferable skills”. Com Trudeau foi bastante fácil conectar. Foi simples ouvi-lo e sentir “I believe in what you believe”. Os outros dois, o Harper e o Mulclair surgiram nos debates e fácilmete perdiamos o tino do seu discurso. They were just not engaging. Com Trudeau, por enquanto, por aqui há esperança.

Em casa, no meu país o actual governo cai. É derrubado pela oposição. Isto tem, a meu ver, um sabor agridoce: doce, porque sai de lá o Steps e o Doors; azedo, porque vai entrar para lá um grupo (ainda mais) incompetente. O problema não é cair o actual governo. O problema é que os que para lá vão a seguir não representam de forma alguma o Portugal de hoje, as necessidades dos que, pelo correr natural das coisas, vão levar a Portugal para frente (os millennials) ou até mesmos as necessidades das gerações X and Y que agora querem viver das suas reformas e não somente sobreviver. Não representam as necessidades sociais, políticas, governamentais (e muitos mais ais) da nossa sociedade que precisa de uma grande mudança de mentalidade e comportamentos. Não são verdadeiros lideres, não são carismáticos, não são inspiradores. São velhos, cheiram a pó e a naftalina ou então a esturro. Faz-me lembrar da máxima do Simon Sinek – People don`t buy what you you. They buy why you do it. E o “Why” deste grupo, não inspira nem ao menino Jesus.

A elevada percentagem de abstenção destas eleições legislativas não demonstrou mais do que a descrença, o disbelieve, a desconecção entre o povo e os partidos políticos. A abstenção deveu-se simplesmente ao facto de os Portuguese não encontrarem nas opções que lhes foram dadas, uma na qual acreditem e com a qual realmente se identifiquem. E entre a merda, o cagalhão e a bosta, os que quiseram exercer o direito de voto, votaram na que menos mal cheirava. E agora, sai de lá a merda para entrar o cagalhão. Tenho dito!

Wednesday, 21 October 2015

O meu padrinho faleceu. Foi o primeiro dos irmãos a ir. Cancro no pulmão. Fumador pesado.
Um milhão de coisas me passam pela cabeça. Que estou eu aqui a fazer? Será certa a minha ideia de voltar para casa? 
Lembro-me das palavras do Urso: when in doubt, do it. 
E lembro-me dele, e do quão tenho sido forte estes meses todos. Aguentado firme (agora lembrei-me do outro - firme e hirta como uma barra de ferro). Tenho estado aqui a agarrar todas as pontas, e agora com a tristeza da perda do padrinho ainda tenho mais saudade do abraço dele. E acabo por entrar nesta roller coaster emocional. Que não quero. E não posso. Porque por mais que eu te queira, isso não te faz querer-me da mesma forma. Com a mesma intensidade. E volta tudo a fervilhar-me na pele. A puta da saudade, que ás vezes parece estar tão bem guardada na caixa de pandora, e assim do nada nos atinge tipo murro no estômago. Arrreee! Que fazer? Chorar, chorar muito. Limpar as lágrimas, erguer a cabeça e seguir em frente. 

Padrinho, descansa em paz. Eu beijinho e um xicoração apertadinho. Olha por nós e daqui a uns anos te encontraremos. 


Daquelas coisas...



“É mais estupido que um americano médio?” Só os Americanos de media estatura é que são estupidos? Mas que raio de português é este? Foram ao google translate e está a andar. Não será que o i queria dizer: Será que é mais estupido que grande maioria dos Americanos? (qualquer coisa deste género)
Vai na volta faltaram ás aulas de TTI (técnicas de Tradução de Inglês no secundário). Já não basta o (des)acordo ortográfico….

And being an idiot is...

... being Petra!

The Hungarian camerawoman who was filmed tripping up a Syrian refugee intends to sue the man she targeted while he was trying to escape war and terror.
Petra Laszlo, who was sacked from her N1TV job after the footage went viral, told a Russian newspaper she would sue Osama Abdul Mohsen, 52, for changing his testimony after initially blaming the police, reports said on Wednesday.
She also threatened to sue Facebook.
Speaking to the  Izvestia newspaper, Laszlo said: " We [her and her husband] believe Facebook played a major role in my situation. It helped embitter people against me."
After the incident in September, Laszlo had apologised for her actions which caused global outrage.
In the footage, Mohsen is shown carrying his seven-year-old son, Zaid, who fell heavily after Laszlo tripped them up.


No Petra. Grow up, and take responsibilities for your actions. It wasn't Facebook's fault that you were being shamed on the internet. It was your fault. You kicked a refugee - a father carrying his child, while running for their life. A person with NOTHING, just trying to do the best he could with the tools he had. No Petra... the world should sue you for being an ungrateful, appalling and very, very, very tiny human being. Enough with BS. Take responsibility for your actions!

Friday, 16 October 2015

WTF...

Ou tambem conhecido por "What the Fuck" de hoje:


Andava eu a ler lixo cibernautico, quando encontro ainda mais lixo. O comentario da querida Mafalda Rodrigues a uma (so called) noticia sobre as Kardashian e as suas constantes lavagens de roupa suja.

O equivalente destas bardajonas em portugal sao as irmas Ronaldas e a dona Dolores. No entanto, verdade seja dita, so sao bregas e tem mau gosto. Nao andam nos media sempre a lavar roupa suja. A Cesar o que e de Cesar. Mas ainda nao sei como e que nao surgiu ai por Portugal o programa como ha aqui em Vancouver - "The Desperate House Wifes of Vancouver. (Ha aqui em Vancouver e por toda o USA). Elas sao mulheres de ex-traficantes, elas sao ex-porn stars, elas sao tudo. Portugal esta tao cheio desta lixarada, Kardashian wannabes and so on. Acho que seria um sucesso de audiencias.

Oh TVI, e SIC e que tal inventar um reality show para encontrar das Kardashians tugas, pah? Ja passa tanto, mas tanto lixo na TV. So mais um programinha nao faz mal nenhum, nao e?

TVI apresenta - Em busca da Familia kardashian tuga.

Fica a ideia.

Quanto ha Mafalda Rodigues...amor: trabalhinho para o final de semana. Ir ver ao dicionario o significado de Sinceridade, Sensacionalismo. E va na volta fazer uma revisao aos seus valores, ok? A bitola por onde mede a sociedade esta assim muito reles, ha? Ja pensou nisso, amori?

Beijinhos, va!

Thursday, 15 October 2015

I'm coming home

Today's background songs.
Oh so appropriate. The decision has been done!

Because I believe.



 


It will all be all right. I'll be home tonight. I'm coming back home.


Wednesday, 7 October 2015

Irrelevant

WINE

is the answer

(the question is irrelevant)

 Happy Winesday

 

 

Tuesday, 29 September 2015

Dieta...



Qual a dieta infalível??


Qual??


Qual??


Uma dose de "Heart Break". Devia-se vender na farmácia ou coisa que o valha.

Dos 65 aos 59 em 1.5 meses. Pimba.  


Thursday, 24 September 2015

Mais um desabafo



Ás vezes ainda dou por mim a tentar imitar o teu “Britsh accent”.
O coração treme de cada vez que oiço o meu colega Irlandes dizer “Cheers”.
Por vezes, fecho os olhos e oiço a tua gargalhada estridente, como aquela de quando fomos ver o Lumber Jack show na Grouse Mountain. Rias-te como um miúdo pequenino. Eu não achei piada nenhuma aquilo, e apesar de estar tão magoada contigo, nesse momento consegui sentir-me feliz. Porque tu estavas feliz. Não sei realmente como me aguentei aquela semana contigo. Penso muito nisso, e juro que não sei de onde consegui tirar forças.
Tenho tantas saudades tuas. Do que vivemos. E do que não chegamos a viver. Como é que é possível sentir-se saudades do que nunca se viveu.
Pergunto-me muitas vezes o que me trará o Universo em termos emocionais? Estou agradecida por tudo o que vivemos, não me interpretes mal. Por me teres feito sentir todas aquelas coisas, e por os momentos que vivemos e as coisas que partilhamos. Mas há dias que não consigo fechar a porta ao sentimento de dor e injustiça. Eu compreendo que ainda a ames. Tal como eu ainda sinto o que sinto por ti. Eu sei que não sou como ela. Que não sei o que ela sabe, que não tenho o sucesso professional dela. Porque eu sou eu. Sei outras coisas. Tenho o meu valor. E vejo que tu não viste isso. Não somos todos iguais. Não temos todos as mesma vivências e condições socio-económicas. Eu nasci numa família humilde e trabalhadora. Sempre vivi com muito amor. E não sou um crânio do Marketing nem dos vinhos e não estou na Oxford a tirar um mestrado em estudos Humanitarios. Sou o que sou, e para ti não foi suficiente.
Enfim… hà dias melhores que outros. Hoje não è um dos melhores dias.

Wednesday, 23 September 2015

Daqueles dias...



Há dias que não sei realmente o que fazer á minha vida.
Vim para Vancouver há cerca de 7 anos e meio com o meu ex. Quatro anos depois, não me senti feliz. Fiz as malas e comecei uma vida nova sozinha no centro da cidade. Não tenho ca família nenhuma. Só eu e aqueles que com quem escolho partilhar as minhas coisas. A minha amiga Eva, a Caroline, o meu adorado Thomas. Há uma tia do meu ex que é muito minha amiga, e lá vamos passear de vez enquando. É o mais próximo que tenho de “família” aqui. A realidade é que estou cansada de aqui estar. Quero muito ir-me embora. Tenho saudades dos meus pais, dos meus avós, dos amigos, da minha cidade. A carreira n#ao anda grande coisa. Vida de emigrante n/ao e facil, deixa-me que vos diga. Trabalho que nem uma cadela. Vou a escola e aposto na formação o mais que posso.
No verão passado quando fui a Portugal, apaixonei-me pelo Ursinho. Um British assim para lá de fenomenal. Tivemos uma coisa há distância até há bem pouco tempo. Em Julho ele veio cá passar uns dias. E tirou-me o chão. Ali a sobrevoar a Gronolândia, sem dar conta, engulir um iceberg. Veio frio. Gelado. Atè hoje, o mais balde de àgua fria da minha vida. A realidade è que ainda não recuperei disto. Pensei que não tinha que procurar mais. Que finalmente tinha encontrado aquela pessoa com quem ia envelhecer, sabem? Mas ao que parece, ainda que involuntáriamente levou-me na maionaise… Plantou uma semente da qual não tinha intensões de regar. E eu fiquei aqui, sozinha, a tentar apanhar as peças do puzzle. Sinto presa no “aftershock” de um tremor de terra. Não o odeio, perdoei-o, mas a ferida ainda não sarou completamente.  
Uma tristesa enrome invade-me de tanto em tanto tempo. Pergunto-me o que fazer a minha vida, e não sei bem. Tenho vontade de arrumar as malas e ir-me embora daqui. Uma das opções é Londres. Não, não porque ele está lá. Mas porque tenho lá família, e faz sentido. É o concretizar de um sonho, visto que sempre quis viver em Londres. Mas ao mesmo tempo tenho medo… Também tenho isto do meu acidente do carro pendente. Mas acho que assim que receber o dinheiro do seguro me vou pro UK. Penso nisso e sinto que é o correcto. Faz-me sorrir as possibilidades que fervilhão na minha cabeça.
Estou cansada de aqui estar sozinha. Fazer tudo sozinha. Vida de emigrante pode ser muito solitária, acreditem. Os homens aqui não valem um chavo. Eu não sou de andar a dormer com este e aquele. E tenho dificuldade de “connect with people”. Eu sei que não sou perfeita. Sei que muito destes sentimentos são culpa minha porque podia dar a volta a coisa, mas ás vezes e mesmo complicado.
Enfim. O desabafo de hoje. Cheira-me que dentro em breve estarei na Europa…

Tuesday, 22 September 2015

Daquelas coisas...

Nao comes farinheira ha mais de um ano, mas nao consegues dormir porque estas ha mais de duas horas a arrotar a farinheira. O jantar foi frango...

Monday, 14 September 2015

Time to part...

Unfortunately I have to part from my friendship with T. Makes more sense. I love him, but I am not in love with him. I get a bit jealous of Diana, it's true. But reality is I am not looking for a relationship with him. On that note, it's better for him to let him go and focus on what's best for him. I will miss him terribly. But that is life. When you truly love someone, we set them free.
 
Hi T,
So, I was thinking and I believe it's better to give our friendship a break. That is what I had in mind when we had that conversation at Buntzen lake and it's what I feel it's best.
I got used to you being available to hangout and not having to think if I was being intrusive or if interrupting something. But now I find myself always rethinking if I should message you or ask to do stuff with you and it feels odd. Not sure how to explain, but doesn't feel right.
Please don't get me wrong. I very much want you to be happy and I want to things to work out with Diana. But I don't think our friendship is compatible at this time for what I need with the things I am still going through and for what you are trying to build with D. I don't want to feel bad because I picked up the phone and called you and possibly was a bad time. Or put you through answaring me when you shouldn't and then causing problems. On that note, it's easier for me to think that you are not there at all rather then getting disapointed or getting you in trouble. I think you understand my words and you also understand it's best. :)
Anyways, hope you have a great week. And hopefully my interview at UBC will go well. :)
Take care.
Love you,
Ana

Friday, 4 September 2015

Das ajudas... II

O mal não está em acolher quem precisa, está em criarmos expectativas que não temos capacidade de cumprir porque nós mesmos andamos à tona por não termos capacidade de nos organizarmos e gerirmos os nossos recursos. :(