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Wednesday, 16 December 2015

Wind

No Canada, a empresa de telecomunicacoes WIND foi comprada pela SHAW.

Quande li isto, pensei logo: E tudo o vento levou - It was gone with the WIND.


Tuesday, 11 August 2015

Os idiotas dao sempre a costa

O Euronews publicou um video hoje sobre o incendio em Malgualde. O link aqui.
E vejam so o comentario desta santa alminha

Este e mesmo digno de um "No Comments".  


Friday, 10 April 2015

Sem comentarios...

Vi uma coisa parecida no Facebook de uma blogger... (queria por aqui o link mas estou com dificuldade de o encontrar)

Se a Gonorreia, o Herpes Genital e outras STD tivessem cara NAO tenho a menor duvida quer seria a cara da badalhoca da Ana Malhoa.


Thursday, 12 February 2015

Gosto tanto disto, pah...

A serio. Quem diria que o cromo do Alvim era um gajo tao cheio de delicodoces...
Ora bom dia, sim? 


"Possivelmente estarás a dormir quando te escrevo esta carta. Falei contigo hoje por duas vezes e por duas vezes tive a sensação de perceber tudo aquilo que eu quero é algo muito parecido contigo. Não sei se és tu, mas parece-me que a haver alguém com as tuas características, é essa pessoa que eu quero. Quero alguém como tu e desde que te conheci que a procuro de forma incansável, na esperança que alguém se assemelhe a ti, mas que não sejas tu, de forma que sejamos só amigos como tu pretendes. Sejamos claros, a Remax em vez de vender andares e colocar outdoors pelas cidades inteiras à procura de compradores de cimento e tijolos e cozinhas modernas, devia dedicar-se ao amor e ajudar-me a procurar alguém como tu, de forma que continuasses a tua vida sem que alguma vez percebesses que é a ti que eu quero e procuro. A Remax, a Century 21, a Era, essas imobiliárias de betão, deveriam ajudar-me a procurar alguém igual a ti, em vez de um T2 com vista para o mar, de jardins sustentáveis, condomínios fechados e o costume. O melhor vendedor da Remax, que se chama Nuno Gomes, se fosse mesmo o melhor da Europa como dizem que é, poderia ajudar-me nisto. A procurar alguém igual a ti, colocando em todos os outdoors de Lisboa que têm para o efeito, um anúncio em letras grandes à qual se juntaria a tua foto que diria "Procura-se mulher igual a esta". E posto isto deixaria o seu habitual número para que lhe chegassem propostas e em todas elas eu, com tudo o que tinha, hipotecava o que houvessem para que nenhuma tivesse capacidade para ser superior à minha. Procuro alguém igual a ti, peço-te ajuda para isso, não quero interromper a tua vida nem muda-la, nem sequer te fazer perder muito tempo desde que me garantas que me arranjas alguém igual a ti.
Mas tem que ser igual, exactamente igual. Promete-me isso, quero essas provocações parvas, quero esse teu voluntarismo desinteressado, esses palavrões na ponta da língua, mas não te quero a ti. Tu não tens mais que fazer, esta carta é um pedido de ajuda por isso, quero isso sim, alguém como tu, alguém que nunca a Remax saberá encontrar."

Fernando Alvim, In metro (5 Agosto de 2011)

Wednesday, 11 February 2015

Eu e o Libanês – a saga do chocolate com sal

Ai o cabrão do miúdo! Fez anos no sábado (28) sim, sim.. chamem-me “cougar” quero lá saber. Durante a semana envia-me uma mensagem a convidar-me para os anos dele. Até vos mostrava o print screen, mas já apaguei (ontem irritou-me). Basicamente convidava-me para ir aos anos dele no sábado. Que me apanhava em casa e que podíamos ir juntos. Isto cá cheirou-me a esturro… Aniversário, vai beber, depois ainda me calha a mim levar o carro e tomar conta dele. Deixa-lo em casa. Já me estava a ver a segurar-lhe a cabeça enquanto vomita. Naaa, naaa! Já estava a fazer o filme todo (quase que ganhei um Óscar, vejam lá). Então decidi trocar-lhes as voltas: “Sábado à noite não posso que já tenho planos (treta), mas se quiseres levo-te a tomar brunch as 11:30 da manhã. Que tal?” Ao que o gajo me responde que ficava triste e teka, teka. Concordou com a minha proposta. Resumindo e concluindo, fomos os dois tomar brunch no Sábado de manhã. Numa das trocas de mensagens, diz-me que gosta imenso de Nutella e de chocolate Lindtt com “sea salt”. Eu, como sou uma fofa na sexta-feira depois do trabalho, súper cansada mais pra lá do que para cá, ainda vou a procura do raio da Nutella e do chocolate xpto. (eh pah, chocolate com sal, mas que raios de gostos). Só vos digo que chovia a potes. Lá venho eu para casa, carregada com as minhas tralhas da semana. Passo na primeira loja: Só tinha um balde de Nutella e nada do chocolate com sal. Vou ao gift shop dentro do VGH (Vancouver General Hospital) já lá fui voluntária e tem imensos chocolates. Nada da merda do chocolate de sal, e Nutella nem vê-la. Passo em casa. Deixo as tralhas. Uff, parou de chover. Tiro as botas que me estava a incomodar, e ponho um casaco mais leve. Mas á última aida agarro no chapéu de chuva (thank Godness) e lá vou eu até ao segundo ShoppersDrugmart a uns 4 quarteirões. ESGOTADO. Raio do Libanes já me está a começar a chatear. Parece que com este tudo é complicado. Dalí passo no Choices. Não vende. Cum caralho. Mas ao menos tem um frasquinho de Nutella. Primeira compra feita. Desço 4 “blocos” e entro no Safeway. ESGOTADO. Mas olha a puta da minha vida, hein? Quer uma gaja ser simpática com o rapaz e só me calha isto. Lá desço mais uns 6 “blocos” e vou até ao London Drugs. FINALMENTE!Chocolates de nós de sal ao pontapé. Trago-lhe 2. Caros pra burro. Só sei que andei tanto que acabei por apanhar o autocarro para casa. E ainda tive a sorte do “pica-bilhetes” estar avariado e vim sem pagar. Hahaha!
Amanhã escrevo-vos sobre o brunch. Boa Noitinha, sim? 

Friday, 6 February 2015

Eu e o Libanês – Parte 2

Pois então… fomos jantar. Onde? A um restaurante Libanês. Ahahaha. Mas foi giro.
Apanhou-me em casa, ás 7:45 em ponto. Eu assim xpto, ele mais casual. Mas estava giro. O cabelo assim à Marlon Brando e os lábios carnudos com sorriso de menino dão-lhe um ar exótico. Não levei saltos. Queria ver o quão alto é o terrorista. É alto. (arriscaria cerca de 1,80 cm – eu, 1,69 cm) Isto tudo porque adoro beijinhos em biquinho dos pés. Já o Queijinho e o Ursinho são bastante altos. Cansei-me de porta-chaves. A aventura começa mal saio do prédio. Olho para a esquerda. Olho para a direita. Nem sinal dele. Recebo uma mensagem, estava no quarteirão errado, raio do garoto. Vem até mim. Cumprimentamo-nos, dá-me um abraço apertado. Um beijo na cara e diz-me: “Ufff… I am so happy you are still cute. Better than I remembered.” Ao que eu dou uma gargalhada e lhe pergunto se estava com medo de, na sexta-feira passada, ter tido a visão toldada pelo álcool. Vamos para o carro e seguimos em direcção ao restaurante. Conta-me que, para sair da sua “confort zone” teve aulas de Kizomba e põe uma a tocar. Dá-me vontade de rir. Mas ele sabe que tal música, em Lisboa está tão associada a Chelas, a malta chunga e de “faca na liga”. Rio-me, mas não lhe conto. Ainda. Um dia destes. A conversa flui. Falamos de Vancouver, Beirute. O sotaque francês é mesmo sexy. Damn it! Mas contenho-me. Contenho-me sempre. No entanto admito que há ali qualquer coisa que é meio um turn off. Mas ainda não descobri bem o quê. Fala-me da mãe. Das 2 irmãs que ainda vivem na Libia. É o mais novo. Mimaaaado! Derepende, só vejo um carro enorme em grande velocidade na nossa direcção. O tempo parece parar, por instantes. As luzes do Cadilac Escalade que, do nada, decide seguir em frente mesmo depois de ter feito sinal para virar a direita ofuscam-me. Paralisada, sustenho a respiração por segundos. O mundo parou. Juro-vos. Esta tudo bem. Não se passou nada. Começo, instintiva e nervosamente a rir a gargalhada. Ele não sabe o que dizer senão ”I am sorry. Are you ok?” Eu continuo-me a rir. O coração parece que me sai pela boca. Entretanto digo-lhe que sim, que estou bem. “All is well, Ana” penso para mim. Mas bolas, foi cá um cagaço. Acabamos os dois, por rir da situação. Mas consegue-se perceber que ele está bastante “embarrassed” com a situação.
Chegamos ao restaurante. Lugar mesmo à porta. É giríssimo. Tudo em madeira, ferro e tijolo. Parece uma pequena cápsula. Ora vejam lá. Escolhemos uma mesa à janela. Os menus chegam. Digo-lhe para escolher, afinal ele viveu em Beirute grande parte da sua vida sabera bem melhor do que eu (especialmente porque sou uma esquisita dum raio!). Escolhe diferentes tipos de hummus, uma salada, um prato de peixe – visto que lhe contei que sou praticamente vegetariana e não gosto de comida picante. Ele também não. Ensina-me a comer com o pão pita. Diz-me ele: ”No, you gotta double fold it. Like this, and then dip it”. Eu: Ok, but I must tell you I am not got at following instructions, so I’ll try. Nop. Doesn’t work for me. Doing it my own way.” Ao que ele responde: “Stubborn, cat woman”. A conversa continua a fluir. Voltamos ao assunto do nosso “quase acidente” e diz-me com voz de pseudo-mau: “You know, I am a great driver. It runs in my genes. My dad used to race in Beirut. Professional race driver”. O uso do verbo no passado faz-me crer que o pai já faleceu. Lembro-me do meu pai e das saudades que tenho dele. Conta-me que acabou por seguir engenharia por infliencia do pai, quer era tambem engenheiro. Mas que não se arrepende. Gosta do que faz. Cresceu numa situação bastante privilegiada. Andou em escolas privadas. Como Beirute, em tempos foi uma colónia francesa a alta sociedade aprende frances desde muito cedo. O gajo gosta de mim. Tenta-me agarrar a mão. Mas eu não dou muita trela. Estou interessada. Eu sei que sim, mas o Ursinho ainda ocupa um lugar enorme na minha alma. Nem sei bem porquê. Não falamos há uns quantos dias. Mas a Saudade aperta e não consigo deixar de me sentir culpada por estar ali a jantar com o Libanês. Eu sou assim, emocionalmente mais fiel que um cão mas o meu sexto sentido diz-me que tenho de começar a “let it go”. Isto de o Ursinho “não saber” ao certo as datas dos treinos para Abril está a dar cabo de mim. Não sei se está a mentir. Mas também já lhe dei o “perfect out” mas o gajo não disse que nao. Mas em última instância, também não disse que sim. Decidi não pensar mais no assunto. Deixar as coisas correr. Falar com ele de quando em vez "and keep my options option by not putting all my eggs in one basket”. Agora, ando a explorar a cesta do Libanês. O resto logo se vê.
Depois do jantar, acabamos por ir a um bar beber uma cerveja. No kissy kissy. Noooooo. A primeira vez que saímos, não o vou beijar nem deixa-lo esticar-se muito. O meu perfume parece que dá com ele em doido. Bebemos uma cerveja, o flirt continua. As tantas ele beija-me o pescoço e digo-lhe que já está a atravessar a linha. Que é melhor se pôr em sentido. Nota-se que ele está cansado. Passo-lhe a mão pelos cabelos e digo-lhe para irmos para cama. Ele ri-se e rectifico: “Eu pra minha e tu pra tua”. Sorrimos os dois, ele paga a conta e vamos embora. Ainda insisti para pagar as bebidas, mas ele diz que não. Desta vez não. Quando vamos para o carro é que finalmente consigo entender o que é o meu turn off. Há ali qualquer coisa que não grita “HOMEM” aos meus ouvidos. Acho que as meninas entendem. Já vos aconteceu conhecerem um gajo giríssimo, interessante, mas depois parece que tem assim uns toques meio femininos? Mas não são gays. De maneira nenhuma. E tem carisma e flirt. Mas há ali qualquer coisa que me faz sentir meio incomodada e não querer olhar bem para ele porque não quero ter a certeza. Desta vez não me quero auto-sabotar com merdas da minha cabeça. Vou deliberadamente dar-lhe uma chance. Não tenho nada a perder. E o miúdo parece ter bom coração. É boa pessoa, e parece que nos entendemos. Assim como assim, é como diz a Avó Alda: a vida são dois dias. O carnaval são três.

Wednesday, 4 February 2015

Hoje lembrei-me de uma cena …



Ontem a mãe e a avó Alda foram ao velório do filho da Teresinha. A Teresinha é a amiga fina da avó. Anda sempre no El Corte às compras e o camandro. Mas estáva aqui na conversa com a minha Nês, e lembrei-me de uma vez termos ido para o Hospital com a vizinha Glória. A mulher sentiu-se mal e com é viúva e as filhas moram lá pra cascos-de-rolha aka Quéluz, lá vão os meus cotas com a velha as cotas pro São José. Horas e horas a fio no Hospital. Umas dores danadas nas costas, no peito, na barriga, as pernas presas… estavamos a ver que a velha ía desta pra melhor. Veredicto do problema: tinha cóco a mais alojado no corpo. Ao que parece a senhora já não cagava hà mais de uma semana então estava ela toda atolhada de bedum. E olhem que até desmaiou. Quer-se fazer de popadinha para não gastar papel higiénico, é o que dá: atolhada de merda até ás orelhas.

Mas depois pus-me a pensar, então e se a vizinha tivesse batido as botas … o que é que é q diziamos? É que já estou mesmo a ver a conversa no bairro da Madre-de-Deus:

-      - Oh dona Alda, então do que é que a vizinha Glória bateu as botas? 
-      -  Olha, Dona Emília, merda a mais. Merda a mais.  

Friday, 16 January 2015

Caro Face Trombas:

Não quero adicionar mais amigos a esta página... Os 4 que lá andam chegam. Podes parar de me sugerir gente? Sei lá quem é o Francisco Toureiro, aqueles chineses e indianos medonhos que me aparecem como sugestão de amigos na minha página. Que maçada. ‪#‎zurkerburguerésumachato‬ ‪#‎putaquepariu‬

Tuesday, 23 September 2014

Conversations

While T. and I were hiking quay rock, in deep cover I stop to post a selfie:
T: Seriously, Seren Dipity? Come on you can post you photo later, when we reach the top.
(please read as if you were a very, very annoying North American teen from New Jersey: )
Me: Haaaa! Sorry, butttt...this is called "Istragram" for a reason. Not "Latergram"!   Ok?

And we both laughed our ass off....